Prezados leitores,
O grande hiato que separa
esta edição
da última, a de dezembro,
é por conta de alguns
fatos que ocorrem com a maioria
das pessoas. Interrupções
abruptas de percurso, acontecimentos
que nos tiram da rotina e
nos levam para uma outra realidade,
para longe da área
em que escolhemos atuar.
Apesar disso, o mundo não
parou e a literatura não
deixou de ser amada. Retornamos
com a edição
67, em busca do tempo perdido,
período tão
conturbado que não
permitiu nem registrar os
nove anos do panorama
da palavra. Continuamos
os mesmos, em sendo outros,
e enquanto pudermos –
esse pequeno grupo que não
se aconselha, mas afina perfeitamente
– seguiremos apresentando
o jornal na intenção
de introduzir a poesia onde
há poeira. Não
é um compromisso firmado.
É um produzir encantado.
Agradecemos aos nossos colaboradores
permanentes, os escritores
Augusto Sérgio Bastos
e Daniel Santos pela lealdade
e apoio nesse empreendimento
fantástico que é
manter um jornal de poesia,
em tempos de barbárie,
apesar de algumas ações
isoladas.
Fiquem com poesia. E estamos
novamente juntos.
Esta edição
é dedicada a todos
os poetas que sentiram a falta
do panorama.